Um pai foi matricular os dois filhos no terceiro grau de um colégio particular.Como só restavam duas vagas ele resolveu fazer os contratos na hora.
Qual é o filme?
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Contratos Imediatos do Terceiro Grau
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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020
Hair Love
USA 219
Curta metragem vencedor do Oscar de Melhor Curta de Animação.
É sobre as dificuldades de um pai que precisa pentear a filha pela primeira vez.
No final a gente fica sabendo os porquês dessa situação.
Duração:
6 minutos
Curta metragem vencedor do Oscar de Melhor Curta de Animação.
É sobre as dificuldades de um pai que precisa pentear a filha pela primeira vez.
No final a gente fica sabendo os porquês dessa situação.
Duração:
6 minutos
Um Lindo Dia na Vizinhança (A Beaultifull Day in the Neighborhood)
USA 2019
O mérito maior desse filme é ter o Tom Hanks indicado ao Oscar 2020 como Melhor Ator Coadjuvante.
E só.
Não que o filme seja ruim, é até bonzinho, mas acho que não teria muito destaque se não tivesse um ator de "peso", a não ser que as pessoas atentem que é um filme de Marielle Heller, diretora que vem de três indicações no Oscar 2019 com o filme “Poderia me Perdoar?”.
MelhorAtriz – Melissa MacCarthy
Ator Coadjuvante – Richard E. Grant, e Roteiro Adaptado
Baseado em uma história real, conta que Lloyd Vogel (Matthew Rhys), repórter investigativo de uma revista, vai (de má vontade) fazer uma reportagem sobre o apresentador de um programa infantil, Mr. Rodgers (Tom Hanks). O programa "Mister Rogers' Neighborhood" foi muito popular nos Estados Unidos na década de 60.
Mr. Rodgers é a personificação da bondade, uma espécie de guru da criançada e dos adultos.
Ele identifica os problemas particulares do Lloyd e passa a ajuda-lo com as tretas e as mágoas que ele tem de seu pai (Chris Cooper) que abandonou sua mãe doente que acabou morrendo.
Ao mesmo tempo o orienta como pai, já que Lloyd tem um filho recém-nascido.
Filme família, fofo, leve e suave, típico para Sessão da Tarde.
Melhor momento:
Quando uma menina no vagão do metrô, identifica Mr. Rodgers e começa a cantar a música do programa, daí os outros passageiros e o próprio Rodgers começam a cantar junto.
Obs: Como sabem, Tom Hanks não levou o Oscar.
Nota 6.8 de 10
IMDb: 7.4
O mérito maior desse filme é ter o Tom Hanks indicado ao Oscar 2020 como Melhor Ator Coadjuvante.
E só.
Não que o filme seja ruim, é até bonzinho, mas acho que não teria muito destaque se não tivesse um ator de "peso", a não ser que as pessoas atentem que é um filme de Marielle Heller, diretora que vem de três indicações no Oscar 2019 com o filme “Poderia me Perdoar?”.
MelhorAtriz – Melissa MacCarthy
Ator Coadjuvante – Richard E. Grant, e Roteiro Adaptado
Baseado em uma história real, conta que Lloyd Vogel (Matthew Rhys), repórter investigativo de uma revista, vai (de má vontade) fazer uma reportagem sobre o apresentador de um programa infantil, Mr. Rodgers (Tom Hanks). O programa "Mister Rogers' Neighborhood" foi muito popular nos Estados Unidos na década de 60.
Mr. Rodgers é a personificação da bondade, uma espécie de guru da criançada e dos adultos.
Ele identifica os problemas particulares do Lloyd e passa a ajuda-lo com as tretas e as mágoas que ele tem de seu pai (Chris Cooper) que abandonou sua mãe doente que acabou morrendo.
Ao mesmo tempo o orienta como pai, já que Lloyd tem um filho recém-nascido.
Filme família, fofo, leve e suave, típico para Sessão da Tarde.
Melhor momento:
Quando uma menina no vagão do metrô, identifica Mr. Rodgers e começa a cantar a música do programa, daí os outros passageiros e o próprio Rodgers começam a cantar junto.
Obs: Como sabem, Tom Hanks não levou o Oscar.
Nota 6.8 de 10
IMDb: 7.4
domingo, 9 de fevereiro de 2020
Knives Out (Entre Facas e Segredos)
USA 2019
Aqui vai a minha torcida para o Oscar 2020 de Roteiro Original. Eu sempre me interesso por esses filmes de mistério, até quando o filme é fraquinho a exemplo de "Ágatha and the Truth of Murder” de 2019, só que esse ficou devendo e muito.
Harlan Thrombey é um rico e famoso escritor de livros de suspense. Na festa em família da comemoração dos seus 85 anos de idade ele é esfaqueado em seu quarto, depois de sua enfermeira ter ido embora e de todos terem ido dormir.
O corpo é descoberto de manhã e a polícia trabalha com a hipótese de suicídio, mas um famoso investigador particular contratado anonimamente, passa a acompanhar os policiais com o palpite de que foi assassinato.
Aos poucos, as pistas vão aparecendo e indicando que cada um dos filhos e parentes tinham motivos para matar o velho, no melhor estilo Agatha Christie.
Roteiro inteligente, bem-humorado e cheio de reviravoltas, que teria deixado a "Dama do Crime"
orgulhosa do seu legado.
Como toda boa história desse tipo, teremos grandes surpresas no final, a não ser que você seja um bom detetive e descubra tudo antes.
O Diretor e roteirista Rian Johnson dirigiu “Looper” em 2012 e “Star Wars - Os últimos Jedi” em 2017.
Elenco mais afiado do que facas Ginsu:
Daniel Craigh
Chris Evans
Christopher Plummer
Ana de Armas
Toni Collete
LaKeith Stanfield
Jamie Lee Curtis
Michael Shannon
Don Johnson
Frank Oz
Trilha Sonora com direito a Rolling Stones e Roxy Music.
Nota 8.1
IMDb: 8.0
sábado, 8 de fevereiro de 2020
Quiz Charada - Qual é o Filme?
Numa festa,um homem se aproxima da filhinha, segurando duas bexigas pelo barbante, uma vermelha e uma azul.
Pergunta qual ela vai querer e diz que vai soltar a outra.
A menina escolhe a vermelha.
Qual é o filme?
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Largou a azul...
A triste história de dois jovens náufragos que ficaram presos para sempre na Sessão da Tarde!
Pergunta qual ela vai querer e diz que vai soltar a outra.
A menina escolhe a vermelha.
Qual é o filme?
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Largou a azul...
A triste história de dois jovens náufragos que ficaram presos para sempre na Sessão da Tarde!
Judy (Judy: Muito Além do Arco Íris)
USA 2019
Mais uma biografia com indicação ao Oscar 2020.
Judy Garland, a menina do “Mágico de Oz”, nascida no ano de 1922, começou a carreira de atriz muito cedo, porém por traz de toda popularidade e o status de estrela de Hollywood, era uma pessoa triste, sem vida própria, escravizada pelo próprio sucesso e pela obrigação de se manter radiante para o seu público, inclusive fazendo uso de medicamentos.
Mas o filme não conta essa história. Já começa com a Judy decadente, vendendo o almoço pra comprar a janta e lutando do jeito que podia pra não perder a guarda dos filhos mais novos, Joseph e Lorna de 12 e 13 anos.
Ela já tinha uma filha do seu casamento anterior, a atriz Liza Minelli.
Em 1968 ela chega em Londres, contratada para uma série de shows e para isso teve que deixar as crianças nos Estados Unidos, onde a sua popularidade já não estava rendendo nada. A depressão vai aumentando e ela procura ajuda na bebida, nos sedativos e na companhia de um músico, Mickey Deans que acabou se tornando seu quinto e último marido.
Ela morreu em junho de 1969 por overdose não intencional de barbitúricos (sedativos).
Obs: Marilyn Monroe morreu em 1962 pelo mesmo motivo, mas em circunstâncias mais suspeitas.
Depois que eu assisti “História de um Casamento” estava na torcida para que Scarlett Johansson levasse o Oscar 2020 de Melhor Atriz, mas agora assisti “Judy”...
Acho que não seria justo.
O filme nem é tão bom, é meio dispersivo, fica meio que pulando pra lá e pra cá até o desfecho final, mas Renée Zewellger está marcante. O filme não impressiona, ela impressiona. O que fica na lembrança é ela, os olhos, a expressão e até aquele biquinho manjado que ela costuma fazer. É difícil de esquecer. Eu acho que não tem como não dar esse Oscar pra ela.
Embora... ano passado... Rami Malek... Christian Bale...
Vamos aguardar.
Com Jessie Buckley, a atriz que fez a esposa grávida daquele bombeiro em”Chernobyl”.
O diretor Rupert Gold dirigiu “A História Verdadeira” em 2015.
Nota 6.9 de 10
IMDb: 7.0
Mais uma biografia com indicação ao Oscar 2020.
Judy Garland, a menina do “Mágico de Oz”, nascida no ano de 1922, começou a carreira de atriz muito cedo, porém por traz de toda popularidade e o status de estrela de Hollywood, era uma pessoa triste, sem vida própria, escravizada pelo próprio sucesso e pela obrigação de se manter radiante para o seu público, inclusive fazendo uso de medicamentos.
Mas o filme não conta essa história. Já começa com a Judy decadente, vendendo o almoço pra comprar a janta e lutando do jeito que podia pra não perder a guarda dos filhos mais novos, Joseph e Lorna de 12 e 13 anos.
Ela já tinha uma filha do seu casamento anterior, a atriz Liza Minelli.
Em 1968 ela chega em Londres, contratada para uma série de shows e para isso teve que deixar as crianças nos Estados Unidos, onde a sua popularidade já não estava rendendo nada. A depressão vai aumentando e ela procura ajuda na bebida, nos sedativos e na companhia de um músico, Mickey Deans que acabou se tornando seu quinto e último marido.
Ela morreu em junho de 1969 por overdose não intencional de barbitúricos (sedativos).
Obs: Marilyn Monroe morreu em 1962 pelo mesmo motivo, mas em circunstâncias mais suspeitas.
Depois que eu assisti “História de um Casamento” estava na torcida para que Scarlett Johansson levasse o Oscar 2020 de Melhor Atriz, mas agora assisti “Judy”...
Acho que não seria justo.
O filme nem é tão bom, é meio dispersivo, fica meio que pulando pra lá e pra cá até o desfecho final, mas Renée Zewellger está marcante. O filme não impressiona, ela impressiona. O que fica na lembrança é ela, os olhos, a expressão e até aquele biquinho manjado que ela costuma fazer. É difícil de esquecer. Eu acho que não tem como não dar esse Oscar pra ela.
Embora... ano passado... Rami Malek... Christian Bale...
Vamos aguardar.
Com Jessie Buckley, a atriz que fez a esposa grávida daquele bombeiro em”Chernobyl”.
O diretor Rupert Gold dirigiu “A História Verdadeira” em 2015.
Nota 6.9 de 10
IMDb: 7.0
Ford vs Ferrari
USA 2019
Baseado na vida do piloto Ken Miles (Christian Bale) e na “Batalha de LeMans” episódio que ficou conhecido e até filmado em documentário da disputa da Ford, a gigante da produção de carros contra a Ferrari, a gigante da produção de carros de corrida, nas 24 horas de LeMans de 1966.
Enfezado com uma queda de 0,01 por cento na venda dos seus carros, Henri Ford II reúne os principais executivos da sua empresa e pede sugestões para aumentar as vendas, já que eles estão “correndo perigo iminente de irem à falência”.
Um dos executivos, Lee Iacocca (Jon Bernthal), sugere entrarem no ramo de corridas, pois caso eles conseguissem quebrar a hegemonia da Ferrari que reinava absoluta nos campeonatos, teriam um enorme destaque na imprensa de todo o mundo.
Um construtor Carrol Shelby (Matt Damon), é contratado e recebe carta branca para desenvolver um carro capaz de fazer os carrinhos vermelhos de Enzo Ferrari comer poeira.
Ele traz seu amigo, o piloto Ken Miles para desenvolver o carro e os testes começam a dar resultado, mas as picuinhas e o jogo dos egos dentro da Ford, começam a complicar tudo, tornando mais difícil o trabalho dos dois e de toda a equipe.
Há exageros no roteiro e na dramaticidade? É claro que há, afinal é um filme né? Mas é um grande filme de corrida, com disputas de deixar a gente grudado na poltrona.
Matt Damon está ótimo e Christian Bale prova mais uma vez que é capaz de interpretar qualquer papel com perfeição.
Tenso, engraçado, empolgante e interessante durante as duas horas e meia de filme.
Gostei bastante.
James Mangold dirigiu em 2005 “Johnny & June”, filme biográfico sobre a vida do cantor Johnny Cash e “Wolverine Imortal” em 2013.
Está concorrendo ao Oscar em quatro categorias:
Melhor filme
Montagem de Som
Mixagem de Som
Edição de Som
Nota 7.6 de 10
IMDb: 8.2
Baseado na vida do piloto Ken Miles (Christian Bale) e na “Batalha de LeMans” episódio que ficou conhecido e até filmado em documentário da disputa da Ford, a gigante da produção de carros contra a Ferrari, a gigante da produção de carros de corrida, nas 24 horas de LeMans de 1966.
Enfezado com uma queda de 0,01 por cento na venda dos seus carros, Henri Ford II reúne os principais executivos da sua empresa e pede sugestões para aumentar as vendas, já que eles estão “correndo perigo iminente de irem à falência”.
Um dos executivos, Lee Iacocca (Jon Bernthal), sugere entrarem no ramo de corridas, pois caso eles conseguissem quebrar a hegemonia da Ferrari que reinava absoluta nos campeonatos, teriam um enorme destaque na imprensa de todo o mundo.
Um construtor Carrol Shelby (Matt Damon), é contratado e recebe carta branca para desenvolver um carro capaz de fazer os carrinhos vermelhos de Enzo Ferrari comer poeira.
Ele traz seu amigo, o piloto Ken Miles para desenvolver o carro e os testes começam a dar resultado, mas as picuinhas e o jogo dos egos dentro da Ford, começam a complicar tudo, tornando mais difícil o trabalho dos dois e de toda a equipe.
Há exageros no roteiro e na dramaticidade? É claro que há, afinal é um filme né? Mas é um grande filme de corrida, com disputas de deixar a gente grudado na poltrona.
Matt Damon está ótimo e Christian Bale prova mais uma vez que é capaz de interpretar qualquer papel com perfeição.
Tenso, engraçado, empolgante e interessante durante as duas horas e meia de filme.
Gostei bastante.
James Mangold dirigiu em 2005 “Johnny & June”, filme biográfico sobre a vida do cantor Johnny Cash e “Wolverine Imortal” em 2013.
Está concorrendo ao Oscar em quatro categorias:
Melhor filme
Montagem de Som
Mixagem de Som
Edição de Som
Nota 7.6 de 10
IMDb: 8.2
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